quarta-feira, 17 de junho de 2015
Caraguá: Curso de Construção de Calçadas
Orquestra de Viola Caipira Estrela de Ouro realiza show em homenagem ao violeiro Tião do Carro nesta sexta
terça-feira, 16 de junho de 2015
Está Frio? Que tal um Caldo Verde?
INGREDIENTES:
1 kg de batata portuguesa
400 g de couve manteiga
400 g de picadinho (carne de sua preferência)
400 g de calabresa
200 g cebola
10 dentes de alho
200 g de creme de cebola
2 colheres de sopa de azeite português
1 caldo de bacon
Pimenta-do-reino
2 litros de água
MODO DE PREPARO
Lavar bem as batatas e cozinhar na pressão por 20 minutos com casca e tudo em 2 litros de água, sal, cebola, alho, caldo de bacon e o creme de cebola.
Depois processe as batatas com o caldo e reserve em uma panela
Corte em tiras a calabresa e frite com azeite.
Corte a couve em tiras e reserve
Refogue o picadinho com sal e pimenta-do-reino, alho, cebola, e coloque tudo dentro da panela
Cozinhe por 20 minutos
Caraguatatuba: Veja as vagas desta semana
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Um copo de vinho antes de dormir ajuda a emagrecer
O jantar terminou e é hora de ir dormir, mas você tem ainda uma sensação de fome? Parece que alguns encontraram a solução: um copinho de vinho! Esta notícia incomum vem do Daily Mail, que menciona uma certa Linda Monk, de 47 anos, que perdeu 3 quilos em 3 semanas graças a um copinho de vinho tomado no lugar de um lanche antes de dormir. Parece um paradoxo, mas no seu caso um copo de vinho no fim da noite tirou qualquer outra vontade de lambiscar (caramelos, biscoitos, chocolate...) como era seu hábito.
Segundo testemunho, é o da Samantha Merrit, de 40 anos, que explica que "as calorias não parecem ter um impacto na balança. Eu posso renunciar a uma sobremesa sem problemas e desfrutar 1 a 2 copos de vinho 4 noites por semana". O vinho tem outra vantagem: ajuda a adormecer e reduz o stress.
Trata-se de conselhos que não são uma novidade e foram tirados em 2010 de Tim Ferriss no livro The 4-hour Body ("4 Horas Por Semana , o Corpo" - em Portugal e ainda sem título no Brasil). Ferriss aconselha um copo de vinho para eliminar os desejos de lambiscar à noite, e portanto evitar abandonar a dieta e frustar a renúncia à qual é submetido para emagrecer.
Antes disto, um estudo conduzido pela Universidade de Harvard com um grupo de 20.000 mulheres: foi observado que aquelas que bebiam meia garrafa de vinho por dia tinham menor risco de desenvolver a obesidade com relação às outras.
Dito isto, é sempre bom lembrar as boas e essenciais regras da moderação: se o abuso de chocolate e lanches noturnos é perigoso para a linha, o abuso do álcool é perigoso para a saúde!
Lembre-se também, bebidas alcóolicas são proibidas para menores de 18 anos e nosso objetivo com este artigo é divulgar os estudos feitos sobre o tema, não queremos incentivar ninguém ao uso de álcool.
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SBT estreia I Love Lucy nesta segunda; veja 6 curiosidades sobre o seriado
Por escolha do próprio Silvio Santos, o seriado "I Love Lucy" será exibido no SBT a partir desta segunda-feira (15), no lugar de "As Visões de Raven". Trata-se de uma produção do início dos anos 50, da época em que a TV era em preto e branco.- Inimizade nos bastidoresOs atores William Frawley (Fred Mertz) e Vivian Vance (Ethel Mertz) realmente se odiavam na vida real. No seriado, as demonstrações de afeto eram forçadas
- ConservadorismoEmbora eles dormissem em camas de solteiro durante toda a exibição da série, durante as duas primeiras temporadas (1951-1953), Ricky e Lucy tiveram suas camas 'juntadas' para parecer uma de casal. Depois que o pequeno Ricky nasceu, a CBS sugeriu que as camas fossem afastadas para diminuir o impacto da história sexual sugerida entre Lucy e Ricky
- CensuraQuando Lucy estava grávida do pequeno Ricky Júnior, a censura não permitia que ela pronunciasse a palavra "grávida". Ela tinha que dizer "esperando"
- RevolucionandoO seriado foi um dos primeiros programas de TV a ser filmado em Hollywood, em uma época em que muitas atrações eram feitas ao vivo em Nova York, nos EUA. "I love Lucy" foi pioneira na utilização de três câmeras simultaneamente e os resultados deram impressões de uma série clássica de comédia
- Sucesso - "a arte imita a vida"O episódio em que "Lucy vai ao hospital", em que ela dá à luz ao pequeno Ricky, obteve recorde de audiência com 71,7 pontos, o que significa que 71,7% de todos os televisores ligados nos Estados Unidos estavam sintonizados no programa. Na vida real, Lucille Ball, exatamente no mesmo dia, deu à luz seu filho Desi Arnez Jr.
- DramaO ator William Frawley (Fred Mertz) tinha problema com alcoolismo. Ele foi aconselhado no início da série a ficar sóbrio ou rescindir o contrato. A maioria de suas cenas mostra seu personagem com as mãos nos bolsos. Para evitar que suas mãos trêmulas ficassem em evidência devido a abstinência alcoólica
domingo, 14 de junho de 2015
Bala Juquinha tem produção suspensa e se despede depois de 64 anos
Uma amarga notícia pegou de surpresa o mundo das guloseimas: a Juquinha, a mais famosa bala brasileira, exportada para pelo menos 60 países, parou de ser fabricada. A gostosa goma, que tinha o rosto de um menino lourinho como marca, reinou absoluta no mercado por seis décadas. As portas da empresa, em Santo André (SP), foram fechadas há pouco mais de um mês. No Rio, um dos principais estados consumidores do confeito, atacadistas já não têm mais estoques e nas vitrines, elas desapareceram.
O motivo do encerramento da produção da primeira bala mastigável do país seria a falta de interesse dos filhos do criador, o italiano Giulio Luigi Sofio, de 77 anos, que mora em Santo André (SP) e não quer comentar sobre o negócio, adquirido por ele do português Carlos Maia, em 1982.
Tradicional bala Juquinha não está mais nos estoques das lojas de doces do Rio
Arte/O Dia Online
Tradicional bala Juquinha não está mais nos estoques das lojas de doces do Rio
Segundo alguns dos últimos 18 funcionários demitidos mês passado, porém, a maior parte do maquinário da empresa — que chegou a ter mais de 200 empregados, produzir 600 toneladas de balas por mês e ter uma receita superior a R$ 15 milhões mensais, na Avenida dos Estados, em Santo André — já foi retirada. Um empresário carioca, que não seria do ramo alimentício, teria comprado a original e ultrassecreta fórmula da bala Juquinha de tutti-frutti, guardada a sete chaves.
“O empresário do Rio veio de helicóptero a Santo André, cheio de seguranças, no final de maio. Em pouco mais de dez minutos, levou, num cofre, a fórmula”, garante um ex-empregado. A mistura clássica do mimo, foi desenvolvida por cozinheiras de Carlos Maia, que começaram a escala de produção em tachos de cobre. Maia batizou a guloseima em homenagem a Juca, um amigo português.
Na Central do Brasil, os principais distribuidores da bala Juquinha lamentaram o fim da produção. “Vendíamos 200 fardos, cada um com 20 pacotes de 700 gramas, por mês. Hoje (sexta), temos menos de 50 pacotes nas prateleiras”, diz o gerente da Cia do Doce, Paulo dos Santos. “É uma pena. Herdei essa loja (Esplendor, na Lapa) dos meus pais, há 34 anos. A Juquinha era a bala que mais saía”, lamentou.
O aposentado José Alves, de 78 anos, diz que a bala Juquinha vai deixar saudades. “Quem não se lembra da famosa frase?: ‘quer enganar, dê bala Juquinha’. Ou seja, era a forma mais simples e divertida de se acalmar uma criança. Até hoje eu usava esse argumento com meu neto Olavo, de 4 anos”, diz. Agora, só resta a José e aos fãs da Juquinha, uma açucarada torcida pela possível volta da fabricação da bala. Um doce mistério.
Fórmula secreta
A Balas Juquinha Indústria e Comércio Ltda foi fundada em 1945 com uma outra razão social: Salvador Pescuma Russo & Cia Ltda. No início, dedicava-se apenas à fabricação de refresco em pó efervescente. Cinco anos depois, a empresa começou a fabricar balas mastigáveis. Pouco depois, a ‘docíssima e mole’ Juquinha virou febre no País, conquistando rapidamente o mercado.
O sucesso da tão falada bala foi ampliada ainda mais com Giulio Sofio na direção do empreendimento, comprado através de um simples anúncio num jornal, colocado por Carlos Maia, que, em 1979, atolado em dívidas, acabou vendendo para o italiano, a receita mágica, que deu origem a outros sabores como uva, abacaxi e coco. Atualmente, até os ex-funcionários foram orientados a não dar entrevistas sobre a delícia.
Um antigo funcionário conta que, quem ousava bisbilhotar e tentar descobrir a composição da fórmula, era demitido. “Muitos ‘espiões’ foram descobertos e mandados embora ao longo dos 30 anos. O segredo sempre foi o principal pilar de sobrevivência da empresa”, diz X., 56 anos, desempregado desde abril. “Nem sei se sei fazer outra coisa. Só bala”, lamenta, preocupado com o futuro.
Países que já experimentaram a bala Juquinha
O auge das vendas ocorreu em meados da década de 90, quando, durante o então Plano Real, as balas Juquinha viraram troco nos supermercados, bares e restaurantes. “Naquela ocasião faturei três vezes mais que agora”, disse Giulio, em entrevista a uma revista de ecnonomia em 2005.
Desde então, o faturamento da fábrica caiu para R$ 8 milhões, passando sua produção de 600 toneladas por mês para menos de 100 toneladas. E veio registrando queda através dos anos, assim como o número de empregados. Em abril deste ano, conforme testemunhas, somente 18 pessoas operavam a linha de produção, que tinha modernos maquinários. Metade das balas era destinada ao mercado externo.
Segundo especialistas, a queda é atribuída, especialmente, a dois fatores: a falta de interesse dos descendentes de Giulio para tocar os negócios no ramo, e a competitividade no mercado. “A clandestinidade no setor atualmente alcança mais da metade da produção de balas, pirulitos e doces. Como competir com produtos até 40% mais baratos, embora tenham qualidade duvidosa? Os fabricantes informais não pagam impostos e por isso assumem cada vez mais a liderança de vendas”, justifica o economista Jaiber Assumpção.
Outras guloseimas esquecidas
Os mistérios que envolvem a transação da venda da marca Juquinha, parecem coisas de cinema. E é como num filme romântico e nostálgico que muita gente se lembra de outras balas e doces que fizeram parte de suas infâncias e que hoje não existem mais. Alguns produtos, como o Cliclete Ping-Pong da década de 70, foram até reeditados, mas nunca alcançaram o sucesso dos originais.
“Só de lembrar dos papéis de algumas balas, me vêm na lembrança coisas boas.Às vezes sinto até o cheiro das balas”, diz o estudante de administração, Rafael Alves, 44 anos, ao se referir à bala Soft. “Era uma delícia, mas perigosa. Quando engasgava, só socos nas costas resolviam”, lembra Rafael, às gargalhadas.
Quem não lambia os lábios por outras delícias, que sempre contrariavam a boa nutrição por causa do açúcar, mas que, no fundo, pouco importava aos jovens? É o caso do Pirulito Zorro. “Não me contentava só com um”, lembra a comerciante Judite Ferreira, 56 anos.
O eletricista Jordão Meireles, 47, enumera as “besteirinhas”, como seus pais classificavam os produtos, alguns com “gosto de remédio”. “Era viciado nas Balas Boneco, Banda, drops Dulcora e Sugus, por exemplo. Indispensáveis na minha lancheira escolar. Era atraído pelos comerciais na TV. Muitos em preto e branco”, recorda-se, mencionando os cigarros de chocolate da Pan, em que um menino simulava fumar.
Fonte: www.ig.com.br


